Trajes das soberanas são apresentados oficialmente no baile dos 38 anos de Imigrante
Cultura - Terça-feira, 12 de Maio de 2026

A noite do sábado, 9 de maio, no Ginásio Municipal, ficará marcada na história de Imigrante. Com elegância, simbolismo e muita emoção, o baile de celebração dos 38 anos de emancipação do município foi o cenário escolhido para a apresentação oficial dos trajes das soberanas Eduarda Demari,Vanessa Birkheuer e Letícia Lemes, um momento que uniu arte, identidade e o orgulho genuíno de pertencer a esta cidade.
Os vestidos são assinados pela estilista Júlia Rosa, com confecção realizada por Giovanna Ribeiro. Em seu discurso, Júlia agradeceu a confiança do município e explicou que o tema de inspiração da corte é "Raízes que Florescem". Segundo ela, os trajes nascem do encontro entre tradição, história e identidade, inspirados na mulher gaúcha: forte, sensível e profundamente ligada à terra. As formas dialogam com os trajes típicos do interior gaúcho e com a herança germânica presente na história de Imigrante, reinterpretadas com uma linguagem contemporânea. Os bordados e aplicações contam visualmente essa história, com símbolos que representam a fé, a cultura, a música, a agricultura, a indústria, o turismo e a natureza do município. No traje da Rainha, esses elementos aparecem de forma mais marcante, simbolizando liderança e responsabilidade. Nos vestidos das princesas, surgem de maneira mais delicada, representando o apoio, a união e a força que caminham juntas nessa trajetória.
A coordenação das soberanas é realizada pela primeira dama Daiane Fontana, que recebeu homenagem especial durante a noite. A Rainha Eduarda, visivelmente emocionada, foi quem traduziu em palavras o sentimento da corte. "Imigrante é parte do que eu sou, é a cidade que nasci e que me viu crescer", disse ela, que também prestou homenagem à primeira-dama e à estilista por terem conseguido colocar em cada vestido um pedacinho de cada uma delas. "É uma honra estar aqui e ser soberana deste lindo município", completou a rainha.
Mais do que belos vestidos, os trajes apresentados naquela noite representam identidade, memória e pertencimento. Eles simbolizam a força da mulher gaúcha e a essência de uma cidade que honra suas raízes enquanto continua florescendo e construindo o futuro.
